Mértola e Minas de São Domingos no Vale do Guadiana

Viagens de mota por Portugal. Parque Natural do Vale do Guadiana

Viagem de mota pelo Parque Natural do Vale do Guadiana

Andámos a explorar o Vale do Guadiana sobre duas rodas e voltámos com um excelente roteiro a recomendar. Se conseguimos sossegar a mota na garagem? Nem por isso! Sempre que podemos, arranjamos maneira de dar uma voltinha, mesmo que a chuva nos tente intimidar. Como resultado, na maioria das vezes, entre um chuvisco e outro, voltamos depois de um bom passeio, repleto de boas curvas e paisagens iluminadas pelos raios de sol.

Se há um país repleto de locais a apelar a um pequeno ou grande passeio de mota, esse país é Portugal. E, por isso, não descansaremos enquanto não percorrermos todas as pequenas grandes estradas que o atravessam. Conhecendo as maravilhas que escondem e aproveitando ao máximo, a diversidade que o nosso país nos oferece.

E, enquanto ansiamos pelas grandes viagens que nos levam além fronteiras, aproveitamos o facto de vivermos num país onde nos é possível andar de mota todo o ano.

O Baixo Alentejo no Vale do Guadiana

Elegemos frequentemente o Alentejo para passear. Desta vez, visitámos o esquecido Vale do Guadiana, perdido no seu interior remoto e situado em plena fronteira com a região espanhola da Andaluzia. Entre Mértola e Minas de São Domingos percorremos uma das mais intrigantes regiões de Portugal, perdidas no silêncio do pacato Alentejo e na sua zona de transição para o Algarve.

Um passeio de natureza, história arqueológica e industrial, antigas tradições locais e paisagens soberbas, todas unidas pelas pequenas estradas do parque natural. A região onde as planícies alentejanas são bruscamente interrompidas pelas margens do rio Guadiana e pelas escarpas acentuadas que foi esculpindo ao longo de todo o seu curso. Cenários fabulosos que nos chamam para um passeio de mota.

Vale do Guadiana. Ruínas de Minas São Domingos.
Vale do Guadiana. Ruínas de Minas São Domingos.
Vale do Guadiana em Mértola. Estrada N265.
Vale do Guadiana. Estrada N265.

Roteiro de 2 dias pelas estradas e locais a visitar no Vale do Guadiana

Dia 1 Batalha – Barranco do Velho – Cachopo – Giães – Mértola | 400 km

Saímos da nossa terra com destino a sul e por isso,  não há melhor ocasião para revisitar a Estrada N2 e o seu mítico percurso. E foi assim que rumámos ao Baixo Alentejo, para percorrer as estradas do Vale do Guadiana, já com o Algarve à vista. Deixámos a N2 para trás na pequena povoação de Barranco do Velho, nas colinas da Serra do Caldeirão e muitas curvas depois.

Seguimos pela cumeada de uma pequena montanha, pela a curvilínea e surpreendente estrada N124 que a atravessa. Descobrimos um percurso surpreendente para conduzir em duas rodas.

Sugerimos por isso, que este seja um dos trajectos eleitos, mesmo que seja o menos óbvio. Passeámos por entre bosques semicerrados de pinheiros mansos, no alto de uma encosta ventosa repleta de ventoinhas eólicas. E foi depois de quilómetros de calmaria e de estradas soberbas, que chegámos às margens do Vale do Guadiana, já na região de Mértola.

Estrada N124 - Barranco do Velho - Cachopo. Baixo Alentejo.
Estrada N124 – Barranco do Velho – Cachopo. Baixo Alentejo.
Estrada N124 - Barranco do Velho - Cachopo. Baixo Alentejo.
Estrada N124 – Barranco do Velho – Cachopo. Baixo Alentejo.

Mértola, a vila nas margens do Rio Guadiana

Situada no ponto de encontro entre as duas principais estradas que atravessam o Vale do Guadiana (IC27 e N265), a chegada a Mértola é sempre feita de admiração e contemplação. De imediato nos sobressai aos olhos a Torre de Menagem do Castelo e o casario branco instalado sob as margens do rio.

Vale do Guadiana em Mértola.
Vale do Guadiana em Mértola. Estrada N265.
Vale do Guadiana em Mértola, Ribeira de Alvacar. Estrada IC27
Vale do Guadiana em Mértola, Ribeira de Alvacar. Estrada IC27

Os edifícios de grande monumentalidade que enriquecem a vila de Mértola, apelam a uma paragem por entre as ruelas, cuja fortaleza é soberana. Mértola é uma vila milenar, habitada pelos mais diversos povos ao longo dos séculos, cuja herança arquitectónica hoje nos deslumbra visitar.

Por lá, visitam-se os vestígios que identificam a presença romana, seguida pela ocupação pelos visigodos e pelos muçulmanos durante a invasão da Península Ibérica. Todos contribuíram para a imagem da maior vila da região, capital da caça e da boa comida, por onde estacionar a mota é essencial.

Porque é obrigatório visitar o Castelo de Mértola, o Museu de Mértola e o seu pequeno núcleo de arte islâmica, e passear pelas ruelas da fortaleza, termine o passeio num dos fabulosos restaurantes da região. Servem as maravilhas da gastronomia local e nós fomos comprovar.

Vila de Mértola no Vale do Guadiana. Alentejo.
Vila de Mértola no Vale do Guadiana. Alentejo.

Dia 2 Mértola – Pomarão – Minas de São Domingos – Serpa – Batalha | 550 km

Minas de São Domingos

A poucos quilómetros de Mértola, e conhecidas pela exploração de pirite, as Minas de São Domingos inserem-se, sob ponto de vista geológico, na Faixa Piritosa Ibérica. Esta aflora numa vasta região do Algarve, Alentejo e Andaluzia e por lá é possível observar os resultados da sua intensiva exploração.

A exploração do minério no local remonta ao Império Romano e Pré-Romano, época em que a pirite era extraída através de poços e galerias. No entanto, foi durante os séc. XIX e XX, que as minas tomaram maior dimensão com os novos métodos de extracção implementados pela empresa inglesa Mason & Barry, que desde então revolucionou a região.

Ao ampliar a produção de minério para futura obtenção de cobre, pirite e enxofre, dinamizaram consequentemente a área e por lá se estabeleceram por mais de cem anos. Aos até então poços e galerias existentes, foram adicionados quilómetros de extensas e profundas zonas de corte a céu aberto, galerias, túneis e edifícios e estruturas de apoio à produção e às populações trabalhadoras, que modificaram permanentemente a área envolvente, e que hoje nos resta apreciar.

Do complexo mineiro fazem parte as zonas urbanas e de extracção da Mina de São Domingos, o caminho de ferro Mina-Pomarão e o porto fluvial do Pomarão (construídos para transporte do minério). Também os túneis e pontes, as zonas industriais na Mina de São Domingos, Moitinha e Achada do Gamo, duas albufeiras de água doce e o conjunto de canais e albufeiras de água ácida.

Oficinas das Minas de São Domingos. O Ciclo do Minério no Vale do Guadiana
Oficinas das Minas de São Domingos. O Ciclo do Minério no Vale do Guadiana
Oficinas das Minas de São Domingos. O Ciclo do Minério no Vale do Guadiana
Oficinas das Minas de São Domingos. O Ciclo do Minério no Vale do Guadiana
Ruínas do Complexo Industrial da Achada do Gamo.
Ruínas do Complexo Industrial da Achada do Gamo.

O fim da actividade mineira na região e um passeio por entre as ruínas

Inactivas desde o ano 1966, em consequência do final das actividades extractivas, o equipamento foi na época desmantelado, mas os edifícios e zonas de corte permanecem a céu aberto.

Assim, ainda hoje observamos uma paisagem para sempre marcada pela actividade mineira e pela drenagem ácida das escombreiras existentes. Entre tons que variam do amarelo dourado ao castanho, percorrer as ruínas do complexo mineiro, é fazer parte de um espaço de memórias, desolado pelo abandono e contaminação consequente. Mas mesmo os cenários apocalípticos podem ter a sua beleza, e as Minas de São Domingos são um perfeito exemplo.

Ruínas do Complexo Industrial da Achada do Gamo.
Nos arredores do Complexo Industrial da Achada do Gamo.
Àguas ácidas contaminadas em Minas de São Domingos.
Águas ácidas contaminadas em Minas de São Domingos.
Ruínas da Mina de São Domingos. Corta da Mina
Ruínas da Mina de São Domingos. Corta da Mina

Actualmente a área encontra-se em obras de requalificação, que preparam o local com passado industrial para um futuro turístico. Visam também, reverter o impacto ambiental negativo da circulação das águas pluviais pelas escórias e por outros contaminantes resultantes da fundição e exposição do minério.

Percorremos a maioria do seu percurso, ora por estradas pavimentadas ora por pavimentar, por entre as ruínas do complexo e o silêncio deixado pelo abandono. Recomendamos que siga as nossas rodadas, com a promessa de um passeio em beleza e porque por lá, andar de mota é percorrer pedaços da História de Portugal.

A Igreja de S. Domingos

Inserida numa planície dentro da pequena aldeia, de proporções maiores do que o que se esperaria encontrar em local tão remoto, eis que nos salta à vista a Igreja de S. Domingos. De paredes impecavelmente brancas a contrastar com o telhado alaranjado, encontramos a imponente igreja inaugurada em 1863. É a substituta da pequena capela de Sancto Domingo, demolida para construção da mina.

Igreja de S. Domingos. Vale do Guadiana
Igreja de S. Domingos. Vale do Guadiana
Mina de São Domingos. Parque Natural do Vale do Guadiana.
Mina de São Domingos. Parque Natural do Vale do Guadiana.

Praia Fluvial da Tapada Grande

A Barragem da Tapada Grande foi também construída pelos proprietários da Mina de São Domingos, no auge da sua exploração, para abastecer a aldeia de água. Hoje em dia, resta-nos usufruir da maravilhosa praia fluvial que por lá se encontra, distinguida com bandeira azul e rodeada por arvoredo.

Se visitar a região durante as estações quentes, este é sem dúvida um local com óptimas condições para ir a banhos. Porque as águas cristalinas em redor de infraestruturas de localização privilegiada, não o deixarão partir sem antes por lá parar. Eis uma sugestão para estacionar a mota e prolongar uma estadia na região. Para mais informações sobre a praia fluvial aqui.

Praia Fluvial da Tapada Grande. Mina de S. Domingos
Praia Fluvial da Tapada Grande. Mina de S. Domingos
Praia Fluvial da Tapada Grande. Mina de S. Domingos
Praia Fluvial da Tapada Grande. Mina de S. Domingos

Sugestão percurso fora de estrada – Cascata do Pulo do Lobo

A Cascata do Pulo do Lobo é a maior queda de água do sul de Portugal e situa-se em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana. Para a visitar é necessário fazer um desvio à estrada N265 (entre Serpa e Mértola) e percorrer um caminho fora de estrada. Porque a nossa companheira de duas rodas não é a ideal para o efeito, e os meses de Inverno condicionam uma tentativa mais destemida, este foi um local que, consequentemente, ainda não visitámos.

No entanto, pelos arredores fabulosos, suspeitamos que os quilómetros pelos caminhos da serra representam um passeio em beleza, que terminam no leito do Guadiana, a apreciar as gargantas rochosas escavadas pelo curso de água, que cai de mais de 20m de altura. Para mais informações aqui.

Cascata do Pulo do Lobo.
Cascata do Pulo do Lobo. (Foto retirada de Ncultura).

Mapa do Roteiro pelo Vale do Guadiana

Para consultar o mapa em detalhe, clique sobre ele ou utilize o canto superior direito para abrir directamente na página do Google Maps. Poderá fazer o zoom necessário para ver a rota em pormenor ou exportar como preferir.

Informações práticas sobre a visita às Minas de São Domingos

♦Conforme indicámos, a zona das Ruínas das Minas de São Domingos está a ser alvo de obras de requalificação. Deste modo, sugere-se que visite o local durante o fim de semana ou feriados. Assim, estará a evitar circular pelas estradas sem pavimento em simultâneo com máquinas e camiões.

♦Além disso, é importante referir que o percurso sem pavimento pelo território das Minas de São Domingos, se prolonga por quilómetros. Caso como nós, a sua mota não seja indicada para off road, avance com prudência e certifique-se sobre o estado dos acessos durante o percurso. Se visita o local em época de chuvas, encontrará consequentemente o terreno lamacento e poderá ser sinónimo de aventuras maiores sobre rodas.

♦ O terreno no local é maioritariamente de natureza argilosa e, por isso, em condições chuvosas torna-se bastante escorregadio para pneus de estrada. Por sua vez, em época seca cobrem o percurso com poeiras e zonas preenchidas por pó que disfarçam a real profundidade da estrada. Atenção especial nas curvas.

♦Relembramos ainda, que estará a visitar uma zona esquecida, onde a entrada é livre e as condições de segurança poderão ser colocadas em causa. Estará a circular sobre rodas à beira de taludes em solo transportadode alturas consideráveis que terminam em lagoas ácidas e com características químicas potencialmente perigosas.  Desfrute de um passeio em segurança e em baixas velocidades.

Dica: A zona do Alqueva. Ideal para a continuação do passeio

♦ O nosso roteiro terminou pela região do Vale do Guadiana. No entanto, se pretende mais dias de passeio, o Alqueva está ali ao lado. Por si só, repleto de estradas panorâmicas que o rodeiam, sugere-se que o inclua numa visita. Em artigos anteriores partilhámos o nosso roteiro pela região de Évora e o Alqueva, que pode consultar aqui.

As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.
As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.
As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.
As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.
As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.
As estradas sem pavimento pelas Ruínas das Minas de São Domingos.

Sugestão de Alojamento na região

Sugestão de Restaurantes na região

Terminamos então, mais um grande roteiro para uma viagem de mota por Portugal. E porque pelo nosso país boas opções não faltam, partilhamos também outras sugestões para viagens em duas rodas:

 

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27 Replies to “Mértola e Minas de São Domingos no Vale do Guadiana”

  1. Boa noite! Mais um bom roteiro.
    Esta volta é gira e podem ainda acrescentar a passagem de ligação Mértola – Castro Verde, pois tem uma estrada bem agradável de conduzir.
    Sei que para chegar ao pulo do Lobo existem dois caminhos (ambos pouco próprios para motas de turismo), mas já fiz a descida pelo lado oposto ao caminho que se vê na foto e é mais fácil. Recordo que vinha de Castro Verde e era necessário entrar num portão e depois descia uns 100m de pedra solta e cascalho.

    E em forma de desafio, que tal um destes dias a “Volta a Portugal”, fazendo todo o perímetro do País.

    Bons passeios e obrigado pela partilha.

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá Pedro! Muito obrigado pela informação. Quando voltarmos à região vamos seguir as sugestões. A nossa mota é fabulosa, mas não nasceu para off road eheh felicidades e boas curvas 🙂

  2. Esta zona que conheço bem, e que o Lés-a-Lés já escolheu várias vezes para atravessar, é realmente espectacular, com paisagens muitos invulgares, que por vezes até parece terem sido retiradas de um passeio pela superfície Lunar. Obrigado pela partilha, e pelo Cuidado na elaboração deste excelente Guia de Viagem!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá José Morgado! Esta era uma zona onde passávamos sempre em modo rápido 🙂 mas valeu a pena demorar por lá. Mas ficam sempre uns cantinhos por visitar a chamar nos para o regresso. Obrigado e boas curvas 🙂

  3. A foto antes do tópico “A praia fluvial da Mina de São Domingos” é em Moreanes (entre Mértola e Mina de São Domingos), respeita ao edifício dos antigos lavadouros, agora transformado em centro de lavagem auto e, ainda, lavadouro.

    Como disse o Pedro Reforço, o Pulo do Lobo pode ser visitado pela margem direita (estrada Mértola/Beja sair em direcção a Corte do Gafo e indicações “Pulo do Lobo”). O pavimento por esse lado está em melhores condições e a estrada leva-nos praticamente até à queda de água. Porém eu gosto mais da visita pela margem esquerda, que pertence a Serpa (está aquela câmara a desenvolver um projecto de passadiços ao longo da margem do Guadiana naquele ponto), é mais selvagem, menos confortável.

    Se me é permitido, sugiro ainda visita gastronómica ao Restaurante a Paragem em Corvos (pequeno desvio de 4km entre Mértola e Mina de São Domingos) assim como o Restaurante Alentejo em Moreanes (que fica no caminho).

    Em Mértola, não deixar de visitar as Azenhas dos Guadiana , em Além Rio um olhar sob um autêntico cartão postal da vila e, em terra batida a caminho da Mina de São Domingos, sair para “cerrrinho da antena” (terra batida) para contemplar a vila vista de cima.

    Cumprimentos!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá André! Vou adicionar essa informação ao post. E sem duvida que quando voltarmos seguiremos os conselhos. Nada como visitar a região pelos olhos de quem a conhece muito melhor. Obrigado e boas curvas!

    2. Mértola essa bela localidade!!!!Bom artigo de dicas…Parabéns

  4. Uauuu, deve ser incrível e inesquecível demais fazer esse roteiro de moto! Adorei o post 🙂

  5. Mais um roteiro incrível que conheço através do blog de vocês!! =)

  6. Eu adoro acompanhar suas aventuras, que incríveis estes cenários do Vale do Guadiana. Adorei o post e salvei nos favoritos! Parabéns pela linda matéria!

  7. Devem mesmo ser sensações únicas e interessantes rodar uma estrada sobre motos, ver as cidades se descortinando, observar belas paisagens sem barreiras… Sobre este roteiro especificamente me chama a atenção a variedade dos cenários e sobretudo o fato deles em nada terem me lembrou o pouco que eu conheci em Portugal!

    Que país interessante este!!! Como ainda quero conhecer mais dele!!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Portugal é muito diferente de Norte a Sul e de Este a Oeste eheh Convém visitar tudinho 😛 Felicidades Ana!

  8. Também amo de paixão viagem de moto pq dá pra parar, observar, relaxar e é super libertador. Eu pararia toda hora pra ver essa paisagem linda e as igrejas e pontos que vocês mostraram. Adorei as dicas!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Verdade Vic! Nós também paramos imenso eheh não resistimos 🙂

  9. Essa zona não será das mais conhecidas de Portugal, mas é, como se pode ver pelo vosso artigo, das mais interessantes. Tem muitos pequenos segredos adoráveis. Gosto sempre de voltar aí…

    1. quilometroinfinito says: Responder

      É mesmo isso Rui. E depois é a comida alentejana que nos completa o passeio 😉

  10. essa região do país é um destino bastante agradável, ainda mais por estar próximo a Espanha, é um local que quero muito conhecer e fazer uma road trip daqui há um tempo, ótimo roteiro!

  11. Eu não dirijo moto, mas acho legal quem o faz. Esse seu roteiro é lindo e espero um dia conhecer a região

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Portugal sempre à espera para te receber Renata

  12. Excelente roteiro! Adoro o Alentejo. Sou suspeita, a família tem origens no Baixo Alentejo, mas não é só por isso – a verdade é que adoro explorar o Alentejo e nunca me canso de regressar. Apesar de conhecer bem essa zona, nunca fui ao Pulo do Lobo (lugar que há algum tempo quero conhecer)! Lembraram-me de um bom passeio para um dos próximos fins-de-semana…

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Obrigado Ana! Boas viagens

  13. katewanderinglife says: Responder

    O Alentejo é o melhor de Portugal para mim. Gosto muito da região de Mértola, por isso quando vi o título tinha a certeza de que iria gostar. Maravilhoso passeio!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Sossegadinha num canto de Portugal, mas com tanto para ver 🙂 Obrigado Catarina

  14. Que estradas graciosas. Olha, Portugal é mesmo cheio de cantinhos a se visitar, de carro, de moto, de qualquer maneira. Adoro Portugal e adorei as dicas e o roteiro por vocês descrito aqui.

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Muito obrigado 🙂

  15. Está aqui um belo roteiro, sim senhor, até porque sou especialmente fã de Mina de São Domingos – é um lugar mágico.
    Grande abraço e boas viagens!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá Filipe! Obrigado por passares pelo nosso blogue 😉 Mina de São Domingos é só mais um dos lugares mágicos que o nosso Portugal nos oferece. Com a vantagem de ser no Alentejo, que adoramos! Boas viagens também para ti 🙂

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