Qual o melhor GPS para andar de mota? Garmin Zumo XT vs Tom Tom Rider 550

Qual o melhor GPS para andar de mota? Garmin Zumo XT vs Tom Tom Rider 550

Qual o melhor GPS para andar de mota? Esta é a pergunta que se impõe, e que tantas vezes nos colocam. Se está à procura de um novo sistema de navegação para a mota, eis a nossa opinião pessoal acerca do Garmin Zumo XT e do Tom Tom Rider 550. Dois actuais concorrentes no mercado, que tivemos oportunidade de utilizar nas nossas viagens e sobre os quais recebemos imensas questões.

Afirmamos sempre que nunca viajamos sem um mapa papel nas bagagens. É um facto e continuará a ser! Mas também nunca viajamos sem GPS. Se ter um GPS é obrigatoriamente necessário para realizar grandes viagens de mota? Não! Mas é sem dúvida uma grande facilidade adicional e, caso os métodos de orientação tradicional não sejam o seu forte, é também uma tranquilidade em viagem.

Utilizar um GPS correctamente é garantir a passagem por locais fabulosos

Quando devidamente utilizado, o GPS é também de grande ajuda na garantia de passagem nos locais pretendidos. Mesmo que sejam estradas que mal se notam no mapa, mal sinalizadas no terreno, caminhos fora de estrada ou percursos que fogem ao rumo da população no geral. Estes são geralmente os locais que passam ao lado, quando se viaja sem planos e sem uma rota concreta a seguir.

Geralmente em viagem, um percurso entre um ponto A e um ponto Z, terá mil e uma opções de ser realizado. E nem sempre o caminho mais óbvio, ou mais destacado num mapa, é o mais espectacular. É por isso que passamos muitas horas a planear minuciosamente os nossos roteiros. Desse planeamento resulta uma rota de fim-de-semana, com poucos quilómetros, ou uma de vários dias. Geralmente feita por voltas e voltinhas que somam milhares de quilómetros. No final será tudo carregado no nosso GPS antes da data de partida.

Loriga Pass, Serra da Estrela, Portugal com o Tom Tom Rider 550
Loriga Pass, Serra da Estrela, Portugal com o Tom Tom Rider 550
Trujillo, Extremadura, Espanha com o Garmin Zumo XT
Trujillo, Extremadura, Espanha com o Garmin Zumo XT

GPS vs Smartphone

Mas porquê devo investir num GPS quando tenho à minha disposição, de forma gratuita, o Google Maps (ou outras app’s) no meu smartphone? No que às nossas necessidades diz respeito, a utilização do smartphone como meio de navegação não nos satisfaz. Não o consideramos prático e fidedigno para grandes viagens e é uma opção que nunca colocamos.

Pequenas voltas planeadas no momento, pequenas consultas para alguma mudança de planos em viagem, ou até mesmo para esclarecer a existência de algum serviço que estejamos à procura. Poderão ser estes os motivos que raramente nos levam a utilizar o smartphone como meio de navegação. Mas jamais lhe confiaríamos a base de orientação para os nossos percursos.

Apesar de cada vez mais os smartphones serem mais evoluídos, o seu principio de funcionamento não consegue ser perfeito em todas as funções que dispõe. Aqui surge a conectividade e resistência como alguns dos seus principais problemas. Por muito que a utilização de mapas offline possa , à partida, parecer garantida, no que à nossa experiência diz respeito, já nos falhou inúmeras vezes pelos locais mais remotos. Vezes essas em que nos sentimos gratos por ter um mapa nas bagagens e o GPS no nosso guiador.

É também difícil carregar num smartphone milhares de quilómetros de rotas detalhadas, para vários dias de viagem. Não só a capacidade é limitada, como os programas existentes se tornam pouco fiáveis ao garantir a passagem pelos locais exactos. Já para não mencionar na fraca velocidade de leitura dos smartphones quando sujeitos a muitas horas de utilização, com as devidas intempéries (frio, chuva, calor, etc).

Qual o melhor GPS para andar de mota? Marcas diferentes, softwares de criação de rotas diferentes

Achamos importante, compreender e distinguir o que está por detrás de um GPS. Assim como os diferentes softwares com que temos de trabalhar para criar rotas com sucesso. A Garmin (ou os Navigator’s que equipam as BMW’s) está para o Basecamp como a TomTom está para o MyDrive. Com a aquisição de um GPS das marcas atrás, o acesso gratuito ao software respectivo é garantido. Nele serão criados os ficheiros de rotas num formato compatível com o aparelho. No final da criação de rotas, surgirá um ficheiro a enviar para o GPS que servirá para utilizar em viagem com instruções de navegação, ou não. Dependendo do modelo criado.

Marca/Programa de criação de rotas ⇒ TomTom/MyDrive e Garmin/Basecamp

O MyDrive é software utilizado pela Tom Tom e muito intuitivo. Possui uma facilidade de utilização muito equivalente ao Google Maps. Nele a criação de rotas navegáveis é bastante facilitada. Pelo menos, assim o é quando estamos em frente ao computador, a definir o percurso retorcido que seguiremos na nossa próxima viagem.

À primeira vista, o software utilizado pela Garmin é menos intuitivo e mais complexo numa primeira abordagem. O Basecamp é repleto de funcionalidades que para um utilizador novo serão mais misteriosas. Com um princípio de funcionamento completamente distinto de um Google Maps, e do próprio My Drive, poderá demorar algum tempo até se familiarizar com o programa e utilizá-lo em pleno.

Passámos anos a utilizar o Basecamp, o software da Garmin. Por isso, quando tivemos um primeiro contacto com o My Drive da Tom Tom tivemos uma boa surpresa.

A facilidade de arrastar linhas sobre estradas e a rapidez do software no computador são sem dúvida uma vantagem. Mas qual é o milagre? Como é que passámos de dias a inserir rotas no Basecamp para um par de horas no My Drive? Assim de repente diríamos que o milagre não compensa e que em viagem nos trará trabalhos.

A importância de definir uma rota detalhada no software

Quando utilizamos esta prática facilitada para criação de rotas, o facto de arrastarmos uma linha e ela ficar exactamente onde pretendemos sem mais trabalhos, não estamos a ser obrigados a gravar inúmeros pontos ao longo de um percurso pretendido. Isto faz com que durante a viagem, o Tom Tom recalcule facilmente um percurso a seguir, quando por vezes saímos da rota planeada. Entre um ponto A e um ponto Z, haveriam umas dezenas de pontos que não tornamos obrigatórios e opções de estradas para um mesmo rumo.

Assim, frequentemente, apesar de seguirmos um rota criada com exactidão, pelo caminho vamos desviando do percurso original. Para ir a um restaurante, para procurar uma bomba de gasolina ou para visitar um local não previsto, etc. Quando queremos voltar à rota planeada, como não lhe demos pontos obrigatórios suficientes, ele recalcula à sua vontade o caminho intermédio. Alterando a rota que lhe inserimos inicialmente no My Drive, falhando os locais seguintes onde queríamos passar e causando transtornos em viagem.

Aqui, a a culpa não é do GPS, mas sim nossa que somos levados por um trabalho mais facilitado. Tal como o crime não compensa, aqui também a preguiça não compensa.

Por exemplo? Se sairmos de Braga (A) para Melgaço (Z) para um roteiro pelo Gerês, mesmo que a linha da rota no mapa do software esteja em cima das estradas pretendidas, em viagem se desviarmos minimamente da rota planeada, ele irá recalcular  o caminho à sua vontade até ao próximo ponto fixo (Z). E nós queremos ir à fabulosa estrada de curvas pelas Voltas de São Bento, à Cascata do Soajo, comer um cabrito a Castro de Laboreiro, etc. Não queremos ir pela estrada nacional e muito menos pela auto estrada.

O Basecamp da Garmin obriga-nos a ser rigorosos

Parte da dificuldade do Basecamp, da Garmin, é obrigar-nos a criar rotas com rigor minucioso. Aquele detalhe de arrastar a linha entre dois pontos e ele acertar à primeira a rota pretendida é difícil no Basecamp. Leva-nos assim a definir-lhe entre A e Z, dezenas de pontos gravados com exaustão. Aquele trabalho que durante a viagem não lhe deixará margem para erro, mesmo que em algum momento fujamos da rota prevista. Em quase todos os pontos e cruzamentos onde na realidade haverá várias opções de rumo, ele vai obrigar-nos a lá fixar um ponto.

Muitas vezes definimos roteiros que sobre o mapa aparecem em forma de 8, com muitas voltas sobrepostas e muitas idas e vindas. O Basecamp pode ser mais moroso mas, no final, todo o trabalho é recompensado com uma viagem mais descansada e com menos surpresas. Deixando espaço para apenas desfrutar do caminho.

Concluímos por isso que, apesar do My Drive, da Tom Tom, ser mais intuitivo do que o Basecamp, da Garmin, necessitaremos de semelhante esforço para nele criar uma rota correctamente. Desta forma, a facilidade de utilização do software entre um e outro leva-nos a classificá-los como equivalentes e a dar importância a outros critérios no momento da escolha de qual o melhor GPS para andar de mota.

Qual o melhor GPS para andar de mota? Garmin Zumo XT  vs Tom Tom Rider 550

Deixando para trás o comparativo entre softwares, enunciamos agora os critérios que consideramos importantes comparar, no que à utilização prática em viagem do GPS diz respeito. Classificando o Garmin Zumo XT e o Tom Tom Rider 550 entre uma estrela (⭐) a cinco estrelas (⭐⭐⭐⭐⭐), segue abaixo a nossa classificação, baseada na nossa utilização.

Qualidade de ecrã 

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐

A qualidade de ecrã no Garmin Zumo XT é bastante superior ao Tom Tom Rider 550. A definição da imagem, o tamanho do ecrã e a própria iluminação em diferentes condições atmosféricas é fabulosa.

Qual o melhor GPS para andar de mota?
Garmin Zumo XT
Qual o melhor GPS para andar de mota?
Tom Tom Rider 550

Indicação dos pontos cardeais no visor

  • Garmin Zumo XT     
  • Tom Tom Rider 550

Mesmo tendo um percurso navegável a seguir criado no GPS, não nos sentimos confortáveis a dar voltas e voltas e ”perder o Norte”. Neste aspecto, consideramos de extrema importância a indicação dos pontos cardeais (N,S,E e W) no ecrã do GPS.

No caso do Tom Tom essa opção não é possível. Seguimos nele um rota sem ter informação imediata de que para lado estamos virados. No Garmin essa opção existe, referimos apenas como ponto negativo o facto de termos de seleccionar essa opção sempre que iniciamos a rota ou ligamos e desligamos o aparelho. Nos modelos mais antigos esta informação aparecia por defeito logo no ecrã principal.

Conectividade 

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐⭐

No caso do Garmin, a actualização de software e a importação de rotas criadas necessita de um cabo para ligar ao computador no que ao Basecamp diz respeito. Por sua vez o Tom Tom supera-o neste ponto, tendo em conta que basta estar ligado a uma rede wi-fi para fazer todas as actualizações e importação de rotas a partir do My Drive. Ainda no caso da Garmin, surge também a plataforma Garmin Explore por nós ainda inexplorada. Nela, o Garmin inReach prossupõe o mesmo princípio de utilização do My Drive: disponível a partir de qualquer local com wi-fi. Um mundo de novidades que ainda não explorámos e que poderão colmatar esta limitação em viagem.

Mas no que à connectividade diz respeito, valorizamos muito o facto do Garmin Zumo XT apresentar grandes melhorias ao trabalhar com a sua aplicação de grande utilidade prática: Garmin Drive. Em viagem, caso queiramos adicionar à nossa rota um ponto não previsto (restaurante, local a visitar, alojamento), em vez de estarmos a inserir coordenadas manualmente, enviamos um ponto do Google Maps no smartphone directamente para a aplicação Garmin Drive. Essa nova instrução é incorporada na nossa rota no GPS em poucos segundos e é sem dúvida uma mais valia.

Rapidez de carregamento

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐

Quando fazemos viagens de muitos dias, criamos para cada dia um ficheiro com a rota diária definida entre os alojamentos eleitos. Se fizermos 30 dias de viagem, no nosso GPS estarão 30 ficheiros com milhares de quilómetros a seguir. Quer dizer que estamos a solicitar a memória do equipamento e a rapidez com que seleccionamos as suas opções. Neste aspecto, o Tom Tom Rider 550 torna-se um pouco mais lento quando repleto de informação. O mesmo não se verifica no Garmin Zumo XT que nessas circunstâncias continua a responder com maior rapidez a qualquer instrução.

Antecipação da geometria da estrada 

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐

Do ponto de vista da ajuda dada na condução, em estradas mais sinuosas e de pouca visibilidade, a antevisão da geometria da estrada é para nós um ponto importante. O Garmin representa sobre o seu pequeno ecrã a geometria e o relevo com precisão tal que quase permite guiarmos-nos apenas por ele. Por sua vez, no Tom Tom, aquela curva que ele até se antecipava ser bastante ligeira no ecrã, torna-se bem pronunciada na realidade, ou vice versa. A aproximação à realidade da estrada é superior no Garmin o que transmite uma confiança superior à condução.

Utilização com luvas 

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐⭐

Utilizar o GPS numa viagem de mota é sinónimo de utilização com luvas. Neste aspecto o Garmin Zumo XT volta a ser superior ao Tom Tom Rider 550. Carregando no ecrã com as nossas luvas de pele, o Garmin devolve uma resposta imediata sem grande esforço. O mesmo não se passa com o Tom Tom que, por vezes, necessita de alguma insistência.

Robustez do equipamento

  • Garmin Zumo XT     
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐

A evolução tecnológica dos equipamentos tende a desenvolver aparelhos que aparentemente se tornam mais frágeis quando solicitados. O nosso velhinho Garmin Zumo é feito de material que nos oferece mais tranquilidade quando cai ao chão numa distração. O novo Garmin Zumo XT traz melhorias gigantes nas funcionalidades, na rapidez e na qualidade do ecrã, mas é de aspecto mais sensível. Mas, até agora, ainda nunca caiu acidentalmente ao chão para que possamos confirmar isso.

No caso do Tom Tom Rider 550, além das questões anteriores, e no que a robustez diz respeito, nos dias muito frios ou húmidos, o ecrã do equipamento tem alguns problemas com a condensação. Que se resolvem accionando a garantia, mas que serão um problema se persistirem depois do prazo.

Utilização vertical/horizontal

  • Garmin Zumo XT     ⭐⭐⭐
  • Tom Tom Rider 550

Sistemas de fixação e suporte

  • Garmin Zumo XT     
  • Tom Tom Rider 550 ⭐⭐⭐⭐

Tanto o Garmin Zumo XT como o Tom Tom Rider 550 trazem incluídos os seus próprios sistemas de suporte e fixação compatíveis com os vários formatos (barras, ball mount, etc).

O Tom Tom Rider 550 já inclui no seu sistema de suporte e fixação um sistema com chave. No caso do Garmin Zumo XT o equipamento não vem com um sistema com chave incluída. Sentimos por isso a necessidade de ter um suporte adicional que nos inclua uma chave de segurança. Para quê? Para não termos de andar sempre a tirar e a voltar a colocar o GPS na moto sempre que fazemos pequenas paragens. Deste modo, encontrámos na Touratech a opção perfeita, fácil de instalar (traz manual de instruções detalhado) e à medida do nosso Garmin: Suporte de guiador Touratech. 

Qual o melhor GPS para andar de mota?
Garmin Zumo XT: Suporte de guiador Touratech com chave

Qual o melhor GPS para andar de mota?

Depois da nossa partilha acima, penso que a resposta à pergunta ”qual o melhor GPS para andar de mota?” fica facilitada. Consideramos o Garmin Zumo XT superior ao Tom Tom Rider 550 na maioria dos aspectos. Utilizadores Garmin desde os primórdios da nossa vida motociclística, utilizámos o Tom Tom durante um ano e sentimos falta da qualidade da Garmin. Garmin Zumo XT é o nosso eleito nesta comparação.

Consultando rapidamente os preços de mercado de ambos equipamentos, aqui ficam os valores praticados na data de publicação deste artigo.

De referir que o Garmin Zumo XT traz todos os acessórios necessários à utilização também num carro. Assim, para a mesma opção de acessórios, deve ser comparado com o Tom Tom Rider 550 Premium Pack que também inclui os mesmos acessórios. O Tom Tom Rider 550  não inclui essa opção e nele estão incorporados apenas acessórios para utilização em motociclos.

Nota: A Touratech.pt tem uma campanha em loja para aquisição conjunta do Garmin Zumo XT e do Suporte Touratech cujo preço total fica em 599,00€

4 Replies to “Qual o melhor GPS para andar de mota? Garmin Zumo XT vs Tom Tom Rider 550”

  1. Eu uso Tomtom. Apesar de concordar absolutamente com a explicação e conclusões que apresentam sobre as diferenças entre o Basecamp e o MyDrive, há uma diferença que me parece importante que não apresentam.
    O Basecamp é um software que instalamos no nosso computador enquanto o MyDrive é um serviço Web fornecido pela Tomtom.
    Na minha opinião isto joga a favor do Basecamp em tudo, menos na facilidade de utilização (que já indicam) e no factor de não ser preciso nenhuma instalação ou cabo.
    Isto quer dizer que não preciso de levar computador para a viagem se quiser inserir novos pontos ou alterar o itinerario. Basta-me ir a um comnputador qq (ou telefone, ou tablet), alterar o que quero e assim que o tomtom aceder a um wifi (que pode ser o do telefone) recebe imediatamente todas as alterações. É bastante prático.
    Outro apontamento, o MyDrive tambem permite enviar o itinerario como um conjunto de pontos, de modo que se sair da rota, ele continua a calcular para o proximo ponto e nao fim do percurso. O truque é no My Drive, em vez de “gravar” o itinerario, usar o botão “Send Stops”. Assim que o Tomtom ligar à net vai carregar o itinerario como um conjunto de pontos. Este comportamento é um bocado obscuro, já usava o Tomtom há meses quando o descobri, e nunca encontrei nenhuma razão valida para terem feito isso assim!

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Obrigado pela explicação Jose. Como dizemos, nós carregamos as rotas todas antes da viagem, nem que seja de 1 mês. Por isso levar o computador para enviar rotas para o GPS já não é prática nossa. Vou adicionar esse detalhe ao texto, mas mesmo sendo o mydrive acessível em qualquer computador, isso em viagem não nos trás vantagens pois fujimos de locais onde haja tecnologia 😂 boas curvas e bom fim-de-semana para si!

  2. Muito Obrigado aos Câmara. Este comparativo é Excepcional! Eu tenho os Mesmos Princípios que Vocês! Nunca viajo sem um Mapa em Papel, mas também nunca Viajo sem um GPS. Igualmente, e pelas mesmas razões que apresentam, só utilizo os Smartphones em situações em que tenha de ir a um local Muito Próximo, não programado. Partilho igualmente da V. opinião sobre o Basecamp e utilizo, com bastante sucesso e satisfação, o programa MyRoute, que funciona “sobre”, e da mesma maneira, que o Google Maps no computador. Também está disponível como App. Claro que temos sempre de ter a paciência de introduzir os “pontos” intermédios necessários, para que o nosso GPS não tenha a oportunidade de “pensar” e de ganhar dessa forma, “Vontade” própria. Quanto à resistência dos Garmin e para além de tudo o que já foi dito, posso acrescentar uma situação por mim vivida. Num Lés-a-Lés, há uns anos, passámos por Barrancos e a temperatura exterior ultrapassou largamente a faixa dos 40º, andando na dos 50º. Nessa altura tudo se desligou, telemóveis, que só de pegarmos neles nos queimavam, o painel da minha RT, que practicamente desapareceu. O que sobrou a funcionar, na perfeição? o Leitor de Road, que é manual e funciona com rolos de Papel e claro, o Garmin. Continuação de Boas Viagens para Todos, apesar dos Confinamentos…

    1. quilometroinfinito says: Responder

      lembro-me bem desse dia! Calor infernal! Não conseguimos andar de mota assim sem desfalecer! Bravo! Muito obrigado pelo feedback. Obrigado por acompanhar sempre e boas curvas  

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