Roteiro pelo Parque Natural do Alvão e Estrada N304 | Portugal

Parque Natural do Alvão e N304

Pelo Parque Natural do Alvão construímos um itinerário que nos leva a conhecer uma região de grande património natural, saltitando de aldeia em aldeia, atravessando frondosas florestas, cascatas, rios, ribeiros e uma das melhores estradas da Europa para se percorrer de mota: a N304.

Os acidentes geológicos ocorridos no passado, dão sempre origem a espectaculares formações naturais envoltas numa diversidade de ecossistemas. Pelo Parque Natural do Alvão encontramos paisagens naturais preservadas e de grande autenticidade que nos fazem sentir que rolamos por um paraíso difícil de ali imaginar, tão próximo à grande cidade de Vila Real.

Por lá recomendamos que se perca todo o tempo que poder, explorando trilhos pelas vertentes serranas, aldeias tradicionais e pitorescas que vivem ainda na tranquilidade era passada. E além disso: muitas, mas muitas boas estradas panorâmicas. O roteiro que se segue é a nossa sugestão para pelo menos 2 dias na região, extensíveis à disponibilidade individual.

Parque Natural do Alvão e N304
Estrada N304 Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão
Aldeia de Bobal. Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó
Cascata do Bilhó

Sobre o Parque Natural do Alvão

Na zona Norte de Portugal, e a cerca de uma hora de viagem da grande cidade do Porto, eis um passeio que promete apresentar muito do melhor que o nosso país oferece. Boas gentes, boas vistas, boas estradas e boa comida.

Localizado numa imensa área natural montanhosa entre a grande cidade de Vila Real, a sul, e o município de Mondim de Basto, a norte, o Parque Natural do Alvão é um mágico refúgio serrano. Tantas vezes esquecido quando de rotas panorâmicas de sonho se falam por terras lusas.

Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó. Parque Natural do Alvão
Aldeia de Travassos
Espigueiros no Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão
Pequenos cactos que crescem nos rochedos.
Pioledo: Aldeias Tradicionais do Alvão
Pioledo: Aldeias Tradicionais do Alvão

O Alvão de Este a Oeste, entre paisagens de xisto e granito

O curso do rio Olo une duas realidades geológicas distintas responsáveis pela multiplicidade de paisagens naturais por lá encontradas. Na zona este do parque natural, em Lamas de Olo, predomina o granito e a vegetação rasteira de alta montanha. Aquela que tantas vezes se encontra revestida de neve na época fria.

Por sua vez, junto a Ermelo na vertente oeste, prevalece o xisto e a paisagem escarpada, feita de socalcos verdejantes e densas florestas. Por lá as vertentes montanhosas revestem-se do verde dos cultivos, das videiras que circundam os terrenos, dos muros que cercam o gado que pasta nos campos. Afinal, Portugal é mesmo um paraíso.

O xisto, o granito e o colmo são os materiais utilizados desde tempos ancestrais para a construção das aldeias típicas da região. Numa passagem com um olhar mais atento é em Lamas de Olo, Anta, Bobal ou Ermelo que encontramos ainda muito casario à moda antiga. Muitos locais com o seu traço de autenticidade preservado, onde o tempo parou no século passado, e a vida decorre a um ritmo distinto.

Casas de granito tradicionais. Parque Natural do Alvão
Casas de granito tradicionais. Parque Natural do Alvão
Casas de granito tradicionais. Parque Natural do Alvão
Aldeia de Bobal. Casas de granito tradicionais. Parque Natural do Alvão

A raça maronesa pelo Alvão

A criação de gado é uma das actividades locais. É comum encontrar os rebanhos de ovelhas ou manadas de vacas que, ora deambulam nos campos de pastagem, ora condicionam as ruelas das aldeias seguindo os seus caminhos habituais.

A actividade pecuária está intimamente ligada com o facto de pelo Alvão encontrarmos maravilhas gastronómicas e petiscos divinais em qualquer tasca ou restaurante. A ”maronesa” é uma raça bovina autóctone e uma carne muito apreciada. Assim como a prática do fumeiro e muitas outras delícias relacionadas com a riqueza dos pratos transmontanos.

Parque Natural do Alvão
Gado pelo Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão
Gado em Lamas de Olo, Alvão

Dia 1 – N304 – Fisgas de Ermelo – Mondim de Basto – Monte Farinha – Bilhó – Varzigueto – Fervença – Bobal | 100 km 3 horas de condução em estradas secundárias

Rota pela vertente Oeste do Parque Natural do Alvão

A estrada N304 entre Vila Real e Mondim de Basto

Entre a pequena aldeia de Campeã, nos arredores de Vila Real, até Mondim de Basto, está a N304 em todo o seu esplendor. Um traçado divinal confere-lhe o estatuto de paraíso motociclístico e pelos horizontes que acompanha apresenta-nos paisagens de cortar a respiração.

Por lá começamos a rota. Estamos na vertente oeste do Alvão, na área protegida atravessada pelo rio Olo, percorrendo o imponente maciço montanhoso onde se inclui a Serra do Marão.

O modo curvilíneo é aqui iniciado pela troço mais espectacular da icónica estrada N304, recentemente distinguido internacionalmente como uma das melhores estradas da Europa. É portuguesa com certeza!

Entre mil e uma curvas acompanhamos os panoramas soberbos de uma rota inesquecível. Na Primavera, oferecem um bónus de visita adicional e encontram-se revestidos em áreas infinitas pelo lilás da urze em flor.

Estrada N304
Troço Mondim de Basto – Campeã: Estrada N304
Parque de Merendas na entrada do Alvão via Campeã: Estrada N304
Estrada N304
Parque de Merendas na entrada do Alvão via Campeã: Estrada N304
Parque de Merendas na entrada do Alvão via Campeã: Estrada N304
Estrada N304
Uma das melhores estradas da Europa: Estrada N304

Ver aqui a rota detalhada pela estrada N304 – Campeã a Mondim de Basto

Ermelo e as Cascatas das Fisgas de Ermelo

Entre fragas e penhascos, o rio Olo atravessa as rochas do parque natural e é nas cascatas de Fisgas de Ermelo que cai de uma altura de mais de 250 metros. Um espectáculo geológico digno de se apreciar com tempo. A impressionante força das águas confere a este local o estatuto de um dos mais belos da região; e do país. As Fisgas de Ermelo são hoje um símbolo do Parque Natural do Alvão. Para lá seguimos.

Um pequeno desvio à estrada N304 leva-nos a uma estreita rota, com passagem pela aldeia de Ermelo, que avança pelo coração da montanha.

O rio Olo corre no vale profundo que nos acompanha. Cerca de 6 km depois é hora de estacionar a mota no parque de visitantes. Ali ao lado, sem que nada o faça prever, está uma acentuada escarpa, de alturas vertiginosas onde as águas das Fisgas de Ermelo caem vigorosas. Consoante a época do ano o fluxo de queda é variável, sendo mais vigoroso na época de chuvas e mais tímido na época seca. Em qualquer estação, é um cenário natural digno de ser contemplado.

Cascatas Fisgas de Ermelo. Parque Natural do Alvão
Cascatas Fisgas de Ermelo. Parque Natural do Alvão
Acesso às Fisgas de Ermelo a partir da Estrada N304
Fisgas de Ermelo a partir da Estrada N304

Dica:

Se pretende compatibilizar um roteiro de mota pela região com um dia para caminhadas pelos trilhos da montanha, aqui está num dos locais mais interessantes para o fazer. Informação sobre o trilho pedestre das Fisgas de Ermelo aqui.

Mondim de Basto: Monte Farinha e o Alto da Senhora da Graça

Apesar de não incluída na região geográfica do Parque Natural do Alvão, não poderíamos deixar de mencionar a estrada de acesso ao Monte Farinha, nas imediações do local.

Uma montanha que se vislumbra de praticamente todos os locais do Alvão, com uma altitude a rondar os 1000 metros, com uma proeminência geográfica de curtas proporções, que lhe confere um lugar de destaque na paisagem circundante. No topo, depois de uma curvilínea subida com inclinações a rondar os 12%, e muito famosa na Volta a Portugal em Bicicleta, está o Alto da Senhora da Graça e o Santuário de Nossa Senhora da Graça. A vila de Mondim de Basto está a seus pés.

Santuário de Nossa Senhora da Graça
Santuário de Nossa Senhora da Graça
Subida ao Monte Farinha, Senhora da Graça
Subida ao Monte Farinha, Senhora da Graça

Cascata de Bilhó

Se o rio Olo é o protagonista do Alvão, também nas redondezas da pequena aldeia de Bilhó está o rio Cabrão a merecer o destaque. Apesar do nome peculiar, a sua localização em pleno Parque Natural do Alvão remete-o para outros dos principais locais a visitar. Um dos pontos mais espectaculares para o fazer situa-se junto à estrada de acesso à aldeia onde as Cascatas do Bilhó, ou quedas de água do Bilhó,  se estendem montanha acima por mais de 300 metros de altitude.

Podem ser escaladas por vários patamares, todos com uma piscina natural de águas cristalinas que convidam a um mergulho nos dias quentes. A inclinação do terreno é favorável à formação de inúmeras lagoas e pequenas quedas de água em toda a sua extensão onde, bem no topo, é possível conhecer os antigos moinhos de água. Actualmente em ruínas.

Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Lagoas na Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Cascata do Bilhó, Parque Natural do Alvão
Alvão: Cascata de Bilhó
Alvão: Cascata de Bilhó

Varzigueto e Fervença

Quem entra em Fervença e Varzigueto vindos de oeste, não espera à partida que mais duas aldeias aninhadas nas encostas do Alvão, proporcionem um panorama tão distinto. Por lá somos remetidos aos campos de socalcos da Ásia e suas plantações de arroz. Aqui a plantação não é de arroz, mas fazer uma analogia à modelação da paisagem é inevitável. São milhares de pequenos pedaços de terra, construídos em pequenos planaltos das encostas serranas, arranjados e revestidos do verde de inúmeras plantações. À medida que se avança em altitude, os horizontes alargam-se e a magia aumenta. O Homem e a Natureza aqui coabitam em harmonia há séculos.

Entre as aldeias de Varzigueto e Fervença. Parque Natural do Alvão
Entre as aldeias de Varzigueto e Fervença. Parque Natural do Alvão
Entre as aldeias de Varzigueto e Fervença. Parque Natural do Alvão
Panorama das aldeias de Varzigueto e Fervença. Parque Natural do Alvão

Bobal

A pequena aldeia do Bobal está aninhada num planalto soalheiro do Alvão. Um pequeno amontoado de casas de granito que anunciam a entrada na vertente este do parque natural. Os rochedos graníticos são agora os afloramentos dominantes e as encostas em redor são feitas das gigantes bolas tão características da sua forma de erosão e disposição no solo.

A água é um elemento presente e pelas ruelas da aldeia de Bobal escorrem pelas bermas em direcção aos muitos ribeiros que fluem pelo local. Muitas flores e arbustos, resistentes à passagem do Inverno por aqui se contemplam entre os rochedos. Os espigueiros relembram que também aqui o Verão é quente e soalheiro. Ainda hoje vislumbramos a cor amarela do milho resguardado no seu interior. O testemunho de que por esta aldeia os seus habitantes ainda preservam os hábitos de outros tempos. Aqueles em que a vida dura no campo, e na agricultura, era a única forma de subsistir em local tão isolado. Por sua vez, e como recompensa, o Bobal é uma aldeia rodeada de uma paisagem estonteante, onde habitar é hoje em dia um privilégio.

Aldeia de Bobal. Casas de granito tradicionais. Parque Natural do Alvão
Turismo Rural: A Casa da Avó Ana
Espigueiros na Aldeia de Bobal
Espigueiros na Aldeia de Bobal
Aldeia de Bobal. Casas de granito tradicionais.
Aldeia de Bobal. Parque Natural do Alvão

Sugestão de Alojamento no Parque Natural do Alvão

A nossa sugestão para um roteiro pelo Alvão é para pelo menos uma noite na região. Vindos do centro do país, iniciámos o primeiro dia do roteiro proposto, depois de já alguns quilómetros até ao destino. Como tal, é pela aldeia de Bobal que sugerimos que termine o dia depois de um roteiro de cerca de 100 km dentro do parque natural.

O Bobal é o nosso refúgio sempre que visitamos o Alvão. E não é por acaso. Apesar da excepcional localização, e de ser uma aldeia onde relaxar é a palavra de ordem, foi por lá que conhecemos A Casa da Avó Ana, e o seu anfitrião também motociclista.

A Casá da Avó Ana é um pequeno turismo rural localizado no coração da vila. Uma pequena casa restaurada mantendo os traços da antiguidade e o conforto da actualidade num compromisso de sucesso. Com capacidade para 4 pessoas, com 2 quartos separados, uma cozinha, 1 casa de banho e o mais importante: uma lareira que aquece a alma e o coração nos dias frios. Aqui o barulho é do silêncio da natureza, do chilrear dos passarinhos e das fagulhas que aquecem a casa.

Para reservar a sua estadia na clique aqui: Casa da Avó Ana

Turismo Rural: A Casa da Avó Ana
Turismo Rural: A Casa da Avó Ana. Aldeia de Bobal
Serra do Alvão: A Casa da Avó Ana, Alvão
Serra do Alvão: A Casa da Avó Ana
Turismo Rural: A Casa da Avó Ana. Aldeia de Bobal
A Casa da Avó Ana. Aldeia de Bobal

Sugestão de Restaurante no Parque Natural do Alvão

Ainda na aldeia de Bobal, e a permitir uma curta caminhada entre A Casa de Avó Ana e o restaurante, está a Tasquinha da Alice para uma refeição. Ideal para quer no almoço, quer no final de dia, deliciar-se com os petiscos da gastronomia regional. Sugerimos que reserve o local com algumas horas de antecedência.

Para mais informações clique aqui: Tasquinha da Alice

Dia 2 – Bobal – Pioledo – Fervença – Barreiro – Dornelas – Lamas de Olo – Barragem Cimeira do Alvão – Galegos da Serra  | 40 km 1 hora de condução em estradas secundárias

Rota pela vertente Este do Parque Natural do Alvão

Pioledo e Barreiro

Do Bobal ao Pioledo são apenas meia dúzia de quilómetros. Mas o percurso vale pelo panorama e pela entrada em mais uma pacata aldeia do Alvão. O roteiro leva-nos a repetir uma pequena parte do troço entre Pioledo e as aldeias de Varzigueto e Fervença, na vertente oeste. Mas vale a pena para alcançar o pequeno caminho panorâmico entre a aldeia do Barreiro até Lamas de Olo. A subida é progressiva e uma grande parte é feita por um pavimento de calçada portuguesa; de granito pois claro!

Pioledo: Aldeias Tradicionais do Alvão
Pioledo: Aldeias Tradicionais do Alvão
Pioledo: Aldeias Tradicionais do Alvão
Estrada municipal entre o Bobal e Pioledo
Parque Natural do Alvão Percurso entre o Barreiro - Lamas de Olo
Parque Natural do Alvão Percurso entre o Barreiro – Lamas de Olo
Barreiro: Aldeias tradicionais do Alvão
Barreiro: Aldeias tradicionais do Alvão

Lamas de Olo e Dornelas

Lamas de Olo e Dornelas salpicam de vida as encostas graníticas do parque natural. Duas das mais belas aldeias da região de arredores feitos de, férteis e cuidados, campos de cultivo e pastagem. Os terrenos murados são a imagem da adaptação das condições locais às necessidades da população. Harmoniosamente dispostos na paisagem, servem de cercas para o gado e limitam as propriedades.

Dornelas: Aldeias tradicionais do Alvão
Dornelas: Aldeias tradicionais do Alvão
Lamas de Olo: Aldeias tradicionais do Alvão
Aldeias tradicionais do Alvão
Lamas de Olo: Aldeias tradicionais do Alvão
Lamas de Olo: Aldeias tradicionais do Alvão

Barragem Cimeira do Alvão

No alto do Parque Natural do Alvão está a Barragem Cimeira do Alvão. A sua construção remonta à década de 40 e o regadio dos campos de cultura era a finalidade. No entanto, este é hoje em dia um dos principais pontos de visita da região. A beleza do espelho de água que brilha entre rochedos apela a uma paragem demorada, um passeio entre as margens e um piquenique.

Galegos da Serra

Galegos da Serra é outra aldeia serrana localizada na vertente este do Alvão. Por lá, além do percurso panorâmico por entre paisagens de granito, é a Cascata de Galegos da Serra que faz as honras da casa. A uma curta distância da povoação, entre terrenos inóspitos e difíceis, irrompe uma queda de água com cerca de 8 metros que forma uma pequena lagoa na sua base. As lajes graníticas profundamente desgastadas são a imagem do local que apresenta mais um cenário mágico em pleno parque natural.

Vertente Este do Parque Natural do Alvão
Vertente Este do Parque Natural do Alvão

Quando ir?

O Alvão apresenta um clima temperado atlântico de características mediterrânicas. Nos meses de Inverno os valores de precipitação são elevados fazendo com que haja dias frios e chuvosos. Muitas vezes com queda de neve nas terras altas. Por sua vez, nos meses de Verão o clima é quente e muito seco.

Um passeio de mota pela região vale a pena em qualquer altura. No Inverno será necessário ir preparado para o frio que se faz sentir e evitar apenas caso tenha nevado recentemente.

Viajar para o Alvão no Inverno de mota? Aqui a nossa proposta para equipamento para os dias frios: Andar de mota no Inverno | Roupa quente e impermeável, o que vestir?

Mapa do Percurso pelo Parque Natural do Alvão

Para consultar o mapa em detalhe, clique sobre ele ou utilize o canto superior direito para abrir directamente na página do Google Maps. Poderá fazer o zoom necessário para ver a rota em pormenor ou exportar para o GPS como preferir. Clicando no canto superior esquerdo, é também possível ler a legenda do mapa em detalhe. Aqui incluem-se as seguintes informações:

  • Locais de interesse histórico e natural
  • Restaurante
  • Alojamento

Total de quilómetros:  150 km

Tempo mínimo sugerido: 2 dias 

Sugestão para outros roteiros de viagem de mota pela região:

⬅️ Etapa anterior: A N222 entre o Pinhão e a Régua, a mais bela estrada do mundo | Portugal

➡️ Etapa seguinte: Portugal de Norte a Sul pela mítica Estrada N2 (actualizado em 2020)

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4 Replies to “Roteiro pelo Parque Natural do Alvão e Estrada N304 | Portugal”

  1. Boa noite, tenho seguido com interesse o vosso blog que acho bem estruturado e com muita informação relevante assim como os serviços propostos. As viagens por locais remotos em Portugal são uma das minhas paixões. Tenho uma Honda CMX500 e gostaria de me aventurar nuns passeios mas não tenho companhia. O objectivo do meu comentário é saber se conhecem quem aceite acompanhantes ou preste esse serviço especifico.
    Antecipadamente grato por uma resposta, fico a aguardar os vossos comentários.
    Filipe Faria

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá Filipe! Muito obrigado por acompanhar a nossa página! Em relação à sua pergunta…não fazemos ideia! Boas curvas 😉

  2. Boa noite,
    Fiz este domingo grande parte do percurso descrito no itinerário, adorei. Apesar de ser de “perto”, poucas vezes fui para aqueles lados e a “antiga estrada do Marão”, como por cá se conhece, e a nacional 304 deixaram-me boquiaberto, é simplesmente uma paz percorrer aquele traçado. Levei almoço de casa e tive uma boa refeição à sombra fresca na Senhora da Graça. Tive oportunidade de puder dar um mergulho com segurança (respeitando as normas de segurança da presente situação de saúde pública) na Cascata de Galegos da Serra, e, para terminar com a cereja no topo do bolo, fiz a Nacional 323 de Sabrosa ao Pinhão e a Nacional 222 do Pinhão à Régua. Foi uma pequena viagem de 360kms desde que saí e cheguei a casa, mas graças a vós planeei um percurso que ficou na memória.
    Certamente aproveitarei mais das vossas dicas para conhecer o nosso magnifico país. Da minha parte desejo-vos boas viagens e votos de continuação deste ótimo blogue.

    Com os melhores cumprimentos,
    Miguel Santos

    1. quilometroinfinito says: Responder

      Olá Miguel! Que bom passeio! Muito obrigado pelo feedback e pela mensagem. Continuação de muitos e bons passeios. Felicidades 😉

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