Neste roteiro de 3 dias pela Região do Dão, unimos dois passeios distintos num só, eternizando neste espaço uma viagem de mota no Centro Norte de Portugal. Com a chegada do Outono chegam também os dias em que sair de mota parece loucura às pessoas normais. O ar gélido, o céu mais cinzento, a neblina matinal, a chuva e o frio não são, aparentemente, convidativos a passeios de mota. Mas as paisagens vivem nesta época de transição o esplendor da sua beleza. E quando, mesmo que por uns breves momentos, o sol volta a brilhar, teremos a luz única da estação a relembrar-nos porque saímos do conforto da lareira.
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A magia da época ilumina-nos montanhas, vales e colinas entre os tons alaranjados, acastanhados e avermelhados, interrompidos pelo verde vigoroso que a chuva já devolveu aos campos. Os ribeiros e cascatas fluem mais vigorosos, e o caudal dos rios segue com nova determinação. Passear de mota por tal espectáculo é actividade pela qual passamos o ano a ansiar. Se pudéssemos parar o tempo na Primavera e no Outono viveríamos felizes para sempre apenas com essas duas estações. As nossas preferidas para andar de mota.



Sobre a Região do Dão
O Centro de Portugal distribuiu as suas riquezas entre zonas profundamente montanhosas, vales e colinas por onde qualquer percurso que ouse explorá-los nos apresenta sempre lugares fabulosos. Com uma gigante extensão, e muito conhecida pelas suas vinhas, a Região do Dão Lafões estende-se por entre Serras do Caramulo, Montemuro, Buçaco e Estrela. E a magia por ali acontece quando um roteiro de viagem de mota se fala.
A região do Dão – Lafões é formada pelos municípios de Tondela, Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Nelas, Oliveira de Frades, Santa Comba Dão, Penalva do Castelo, São Pedro do Sul, Viseu, Vouzela, Sátão e Vila Nova de Paiva. E, esperando não ter esquecido nenhum, resta dizer que as condições geográficas onde se inserem mostram a riqueza de que Portugal é feito, muito muito além das vinhas que por lá se multiplicam. Gastronomia e História aliam-se à Geografia sugestiva e arrebatam-nos sempre que voltamos ao Dão.


Roteiro de 3 dias na Região do Dão | Do Caramulo à Estrela
Santa Comba Dão é o ponto sugerido para base de pernoita numa rota circular de 3 dias e 2 noites entre as Serras do Caramulo e Estrela. A rota segue o Mondego até ao Dão no primeiro dia, continua num roteiro circular pela Serra do Caramulo e termina no terceiro dia na Serra da Estrela depois de mais de 700km na região do Dão.
Dia 1 – Batalha – Coimbra – Penacova – Santa Comba Dão 150 km
Saímos pela manhã da Batalha em hora já avançada. Com o objectivo de encontrar o Mondego na foz e acompanhá-lo o máximo possível até à nascente. Mas ainda não foi desta que encontrámos uma rota digna de ser partilhada entre a Figueira da Foz e Coimbra. Além da conhecida estrada nacional, o percurso ribeirinho por nós eleito é feito por uma estrada em muito mau estado, e onde mal se vê o rio. Prometemos partilhá-lo num artigo futuro sobre as piores estradas de Portugal.
Viemos para a Albânia novamente? Pergunto ao João enquanto ele faz mil e uma curvas numa recta. Apenas para se desviar das enormes e várias crateras de que a estrada é feita. Foi apenas a partir de Coimbra, e com a entrada na N110 que colocámos finalmente as duas rodas num percurso digno de um motociclista.


Pelas margens do Mondego entre Coimbra e Penacova
A estrada N110 une Coimbra a Penacova sempre pela beira do rio num percurso fabuloso pelas encostas da montanha, com o rio Mondego à vista. É uma das mais curvilíneas estradas do país e, na última vez que a percorremos, encontrámos algo que nos incomodou: estava pintada de vermelho num suposto piso anti derrapante. No entanto, creio que conseguiram o extremo oposto e criaram um piso derrapante.
Piso esse que estávamos à espera de encontrar na próxima curva, avançado na incerteza de qual seria. O João avança nas curvas com pouca visibilidade a mais baixa velocidade, para evitar uma escorregadela que nos fizesse mergulhar directo no Mondego de mota e tudo.
Não era nesta estrada que estava aquela tinta vermelha? Perguntava. Agora desapareceu! Se calhar era tinta de água, e com as chuvas dos últimos dias desapareceu. Brinca em tom de constatação.
Felizmente, o município reconheceu o perigo que ali colocou, e o piso derrapante que supostamente era anti derrapante desapareceu agora da estrada N110. Voltou a ser uma estrada mais segura. Obrigado.
A Livraria do Mondego e uma das mais belas etapas da N2 na região centro
Quem nos conhece já sabe que é com sentimentos contraditórios que encaramos a rota da Estrada EN2. Apesar de ser umas das mais famosas do país, sinto que a gigante atenção que lhe é atribuída (que devia resultar numa gigante reabilitação e manutenção do piso) desvia as atenções de percursos por Portugal que lhe passam literalmente ao lado. Costumo sempre dizer: façam a Estrada N2 mas saiam dela sempre que puderem, é a espinha dorsal de um Portugal imensamente rico e diversificado.
A chegada a Penacova cruza a sua rota. E é também entre Penacova e Santa Comba Dão que se confunde com o traçado do IP3 e nem sempre é tão fácil de a seguir. Dada a beleza do percurso nestes quilómetros à beira rio, creio ser propositado, e uma espécie de bónus, aos que a seguem com toda a determinação.
Estamos na Livraria do Mondego, um monumento natural que o tempo esculpiu por milhões de anos. Penedos que se agigantam à beira rio em altas camadas de quartzitos dispostos quase verticalmente, à semelhança de livros numa estante. Seguimos por ali a estrada EN2 até Santa Comba Dão. Sempre com o rio e a barragem à vista.
Santa Comba Dão
Enquadrada entre os rios Mondego e Dão, Santa Comba Dão é uma pequena cidade portuguesa da região do Dão Lafões. Só a conhecíamos pelas inúmeras passagens pela estrada principal EN2 e pelo o traçado do IP3 que a contorna. Também por ser a terra onde nasceu António de Oliveira Salazar, que governou Portugal por décadas num regime de ditadura. Nunca tínhamos verdadeiramente por lá estacionado.
Desta vez, o pretexto da estadia nas Casas com Estória levou-nos ao seu centro histórico. Um pequeno passeio entre os passadiços na beira rio e entre as ruas de pedra de casario tradicional, encontrámos um lugar ideal para pernoitar no sossego e tranquilidade da região. Com inúmeros restaurantes a uma curta distância de caminhada, e a estadia por ali ficou perfeita.




Casas com Estória – Alojamento em Santa Comba Dão
As Casas com Estória são um conjunto de alojamentos no centro de Santa Comba Dão. Delas fazem parte a Loja do Sr Costa, um edifício forrado por fora por nobres azulejos azuis, que foi outrora uma mercearia local que muito ajudou no desenvolvimento da vila. E também as Casas do Rossio, que nasceram numa lage de granito e se inserem num dos largos mais carismáticos de Santa Comba Dão. Delas faz parte a garagem do Sr Engenheiro onde os motociclistas tem o privilégio de estacionar as suas motas.
Diariamente, é servido um rico pequeno almoço aos hóspedes no salão nobre da Loja do Sr Costa. Que num dia frio de Inverno já tem a lareira acesa para nos aconchegar mal o dia começa.
Para reservas nas Casas com Estória ficam os links abaixo ou caso haja preferência fica o contacto da Ana, a simpática proprietária através do contacto + 351 91 879 56 23.
- Pensão Luísinha by Casas com Estória
- Loja do Sr Costa by Casas com Estória
- Casas do Rossio by Casas com Estória
Dia 2 – Santa Comba Dão – São Pedro do Sul – Antelas – Vizela – Caramulo – Santa Comba Dão
Há muito que andávamos para visitar este lugar. Dele saímos imensamente gratos por ter algo tão fantástico em Portugal e pela oportunidade de estacionar a nossa mota num conjunto patrimonial de inegável valor: a herança romana em São Pedro do Sul.
Seguimos pela rota EN2 até aos arredores de Viseu, com a intenção de conhecer os Balneários Romanos de São Pedro do Sul, encher as malas da mota com pastéis de Vouzela, visitar o Dólmen de Antelas e suas pinturas rupestres, regressar ao Caramulo e terminar o dia em São Pedro do Sul. Lugares que nos tem escapado a uma visita mais atempada, e que unimos numa rota de um dia rico em interesses históricos e naturais.
Balneário Romano de São Pedro do Sul
Reinava o Império Romano, há mais de dois mil anos, quando a escassos metros das sulfurosas águas de São Pedro do Sul se fundou o primeiro balneário aproveitando os seus benefícios termais. Este é um dos complexos termais de origem romana mais importantes, e mais bem conservados, da Ibéria.
O edifício construído na margem do rio Vouga já contava nos primórdios da sua existência com uma substancial área onde uma piscina com degraus era alimentada pela água termal que jorrava à superfície a mais de 60 graus. Exigindo por isso o arrefecimento um tanque exterior. Já naquela época, a ideia de banho quente numa piscina exterior devia soar a algo maravilhoso, e os romanos sabiam aproveitar os recursos naturais como ninguém.
Ao longo dos anos o Vouga e seus caprichos, foram afectando a disposição original e construções. Mas a fama destas águas sobreviveu aos romanos e o balneário manteve-se em funcionamento século após século. No início do ano 1100 acolheu o primeiro Rei de Portugal D. Afonso Henriques, que por lá permaneceu durante meses a recuperar de uma perna partida na Batalha de Badajoz. Sendo este o episódio que assinala o início da sua utilização na época medieval. Muitos foram os reis de Portugal que frequentaram, e adornaram, o espaço que hoje se contempla. Num misto entre a arquitectura romana e os toques da monarquia.
O que mais impressiona é a capacidade de, mesmo nas suas ruínas, identificar as intervenções arquitetónicas que sofreu no decorrer dos tempos: os elementos de construção romana, as remodelações da época medieval, a arquitectura manuelina no Renascimento e as reformas no último século.


Dólmen de Antelas
O Dólmen de Antelas está localizado nos arredores da pequena aldeia de Antelas, concelho de Oliveira de Frades, região de Lafões e Centro de Portugal. É uma preciosidade da arte megalítica europeia e um dos monumentos pré-históricos portugueses mais conhecidos internacionalmente.
A sua importância centra-se essencialmente na rara oportunidade de testemunhar a presença intacta da mamoa, e encontrar motivos pintados a vermelho e preto no interior da câmara funerária. Essas duas particularidades fazem do Dólmen de Antelas um dos mais procurados da Península Ibérica. ”O Dólmen de Antelas está para a arte pré-histórica em território português como o tecto da Capela Sistina está para arte renascentista italiana”. Mais informações sobre uma visita ao Dólmen de Antelas aqui.


Vouzela e a Torre Medieval de Cambra
Saímos de Antelas pelas rotas secundárias da região. Percorremos a estrada EN16 que acompanha as margens do rio Vouga e define o vale que divide a Serra do Caramulo e a Serra da Freita. O município de Vouzela, erguido numa pequena elevação na encosta norte do Caramulo, é conhecido além dos seus maravilhosos pastéis, pelas torres medievais que por lá resistiram à passagem do tempo. Vilharigues, Alcofra e Cambra são das mais conhecidas. Estacionamos na Torre Medieval de Cambra na confluência dos rios Couto e Alfusqueiro.
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Entrada na Serra do Caramulo
Já há alguns anos que não voltávamos à Serra do Caramulo. Ficou inconscientemente descartada da nossa mente após os incêndios de há uns anos atrás que a dizimaram em larga escala. Lembro que um dia, vindos de Aveiro nessa data, passámos pelas suas estradas num passeio ocasional. E, dada a recente tragédia florestal, encontrámos apenas um horizonte cinzento, triste e perdido de onde voltámos de coração apertado.
Hoje em dia, a resiliência da Natureza mostra-nos que resistiu fazendo renascer um novo ambiente. O Caramulo, revestido maioritariamente por rochedos de origem granítica, voltou a ser um lugar por onde andar de mota é obrigatório. Apesar das muitas transformações que revelam um certo desleixo de cuidados, o Caramulo ainda consegue enfeitiçar quem o visita e responder a um diversificado conjunto de interesses: naturais, gastronómicos, e históricos.
Habitado há milénios por muitos povos, por ali damos um salto à Pré História entre os muitos monumentos que parecem viver eternamente e ao mais recente período romano, cuja civilização se instalou pelos seus domínios no auge do império.
Povoada por aldeias com casas e espigueiros de granito típicos desta região, a Serra do Caramulo é repleta de campos verdes, salpicados por carqueja e urze e muitas arvores que se aglomeram em redor das águas cristalinas dos inúmeros ribeiros. A deslumbrante paisagem num ambiente maioritariamente de origem granítica, culmina no Caramulinho aos 1080 metros, o seu ponto mais alto, onde se avista a vizinha Serra da Estrela.




Barragem da Lapa de Meruje e Dólmen de Meruje
Confesso que o que nos levou ao lugar foi o Dólmen de Meruje. Nem sabíamos da existência da lagoa que o acompanha. Mas só nos comprovou mais uma vez a característica comum a todos estes monumentos de sepulcro da Pré-História: localizam-se em lugares naturais privilegiados e com a melhor vista panorâmica da zona onde se inserem.
O acesso pavimentado ao lugar é feito através da pequena aldeia do Carvalhal. Visitar a Lapa de Meruje por estrada pavimentada é apenas possível neste rumo. Sair desta região serrana exige voltar pelo mesmo caminho. Caso contrário, e se estiverem preparados para isso, existem os percursos fora de estrada que atravessam a cumeada da Serra do Caramulo a partir deste ponto.




Dia 3 – Santa Comba Dão – Nagosela – Bobadela – Sandomil – Sazes da Beira – Unais da Serra – Manteigas – Folgosinho – Gouveia – Loriga
Acordámos em Santa Comba Dão determinados em seguir o Dão e o Mondego, até à Estrela. Em plena expedição em busca das cores de Outono das florestas que se aninham nas encostas, vales e planaltos serranos. E, apesar da manhã sombria, o Outono não desilude nas margens do rio Dão.


Foi a primeira vez que por aqui tracei uma rota com o objectivo de acompanhar o rio o tanto quanto possível. Saindo de estradas principais e procurando aqueles remotos acessos que nos levam a descobrir o remoto Portugal. Parece que me esforcei tanto em encontrar a rota mais panorâmica que entrámos sem querer na rota da Ecopista do Dão.
Era hora de voltar para trás. A Ecopista do Dão é a antiga linha ferroviária entre Santa Comba Dão e Viseu, que foi desactivada no século passado e recentemente transformada numa ecopista à beira rio. Tem cerca de 49 km de extensão, e um dos especiais lugares no mundo que nos faz ter vontade de pedalar uma bicicleta. Apenas porque de mota é proibido. Calma.
Ruínas Romanas de Bobadela
As Ruínas Romanas de Bobadela são um dos mais bem preservados conjuntos arquitectónicos do período romano em Portugal. À semelhança dos lugares percorridos no nosso roteiro pelas Aldeias Histórias na Beira Interior, esta é uma zona onde passamos e queremos sempre parar. Nesta bucólica aldeia, as ruínas romanas encontram-se expostas ao ar livre na praça da outrora cidade romana. Por lá existem um fórum, um arco romano, um anfiteatro e a cabeça de um imperador.



Entrada na Serra da Estrela
O Outono na Estrela já é uma rota habitual. Todos os anos tentamos visitar a Estrela e acertar na semana certa das cores de Outono no seu expoente máximo de beleza. Ano após ano, falhamos a semana correcta e concluímos que provavelmente temos de dormir por lá 15 dias para não falhar. Ainda assim, seja no início da queda das folhas das faias ou depois, a verdade é que a visita nunca é em vão. A Estrela é sempre linda e continua a ser, para nós, um dos melhores destinos motociclísticos de Portugal.
Seguimos o curso do rio Alva para subir à Estrela por Sazes da Beira. Apesar do pavimento não ser dos melhores, é por este traçado que entre o Açor e a Estrela vislumbramos as montanhas por onde passaremos o resto do dia.



Praia Fluvial de Loriga
A Praia Fluvial de Loriga está em pleno Parque Natural da Serra da Estrela e é um santuário para amantes de lugares mágicos da natureza. Situada a cerca de 800 metros de altitude, é alimentada pelo curso da Ribeira de Loriga que nasce no vale glaciar. De águas puras e cristalinas, não fossem as suas águas gélidas e um mergulho seria obrigatório. Voltaremos no Verão.
Para já, seguimos destino a Unhais da Serra. Não me dei ao trabalho de verificar onde começa uma e acaba a outra, mas as estradas N231 e N230 são aquele tipo de traçado onde quilómetros de curvas em piso genial se perdem de vista. É pelo pequeno percurso fora de estrada que nos leva ao Vale Glaciar do Zêzere que mergulhamos no coração da Estrela.




Os bosques do vale glaciar da estrada N338 estão nesta data com um tapete felpudo de folhas acabadas de cair. No horizonte, o Covão d’Ametade anuncia-nos a chegada do Inverno. Pouco passa da uma da tarde e a partir desta hora já não terá mais o sol brilhar directamente. A sombra da montanha assim o dita.
A Rota das Faias de Manteigas é um dos mais visitados lugares na estação. Deixamos o aglomerado de pessoas, carros e autocarros na Cruz das Jogadas e avançamos pelo Caminho Natural.



Caminho Natural
Deixamos o vale do Zêzere para mergulhar no do Mondego. O Caminho Natural e, ao contrário das Faias em Manteigas, é um dos percursos menos explorados da montanha mais alta de Portugal continental. Une Manteigas a Folgosinho e atravessa a Estrela num soberbo percurso curvilíneo de alta montanha. Apesar de nos restarem poucas horas de luz, num dia de Outono tão soalheiro temos de a aproveitar até ao último momento.
No final do Caminho Natural, em Folgosinho, voltamos a subir a Estrela, agora pela sua vertente oeste na rota da N338 entre Gouveia e o Sabugueiro. Só para terminar o dia à espera do pôr do sol no nosso sempre querido Loriga Pass.


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Mapa do percurso na Região do Dão entre a Estrela e o Caramulo
Para consultar o mapa em detalhe, clique sobre ele ou utilize o canto superior direito para abrir directamente na página do Google Maps. Poderá fazer o zoom necessário para ver a rota em pormenor ou exportar para o GPS como preferir. Clicando no canto superior esquerdo, é também possível ler a legenda do mapa em detalhe. Pretende utilizar este mapa no seu aparelho de navegação e não sabe como o fazer? Consulte aqui o nosso artigo já publicado.
- Locais de interesse histórico e natural
- Restaurantes
- Alojamentos
- Quilómetros totais: 750 km
- Tempo de roteiro recomendado: 3 dias













Prezada dupla.
Infinitos parebéns pelas suas viagens e postagens!! Lindas fotos e descrições detalhadas.
Sou do Brasil e estou aqui na região de Lisboa há 5 anos. Infelizmente com praticamente nenhum amigo para compartilhar pequenas viagens de fim de semana.
Peço a vocês que publiquem ou informem algumas viagens feitas aqui nas redondezas para que eu possa beber um pouco na fonte de vocês e aproveitar esta terra maravilhosa chamada Portugal!
Vocês são especiais obrigado por toda a informação e dicas , talvez um dia nos encontremos na estrada , gostava muito de uma homenagem a vossa velha Rt 1150 que vejo pouco
( sou fan Rt e a Rt 1150 é a minha Mota)..
Grande abraço e felicidades
Muito obrigado por esta simpática mensagem Guilherme. que desde já pedimos desculpa pelo atraso na resposta. Boas curvas com essa 1150 e espero que um dia nos encontremos por aí na estrada.